Hoje eu acordei
Sem vontade de dormir
Parece que meus gritos
Calaram
Um negócio estranho...
A palavra shopping
Não me causa mais arrepio
É normal!
Meu travesseiro
Está tão duro
Cortinas claras
Ásperos calçados
Agora tem
Agora vejo
Tem um bilhete
Pregado no meu olho
Mataram-me?
Como assim?
É...
Assassinaram minha alma
Meus sonhos, senso
Gostos
Acabaram
Com as rosas, a beleza
A saudade
Não existe mais remédios
Médicos então, já eram
Era da perfeição
É...
Destruíram meu coração
De madrugada
Sem que eu percebesse
Como conseguiram?
Uma ciência nova que inventaram
Mas o que é que tem?
Sem vontade de dormir
Parece que meus gritos
Calaram
Um negócio estranho...
A palavra shopping
Não me causa mais arrepio
É normal!
Meu travesseiro
Está tão duro
Cortinas claras
Ásperos calçados
Agora tem
Agora vejo
Tem um bilhete
Pregado no meu olho
Mataram-me?
Como assim?
É...
Assassinaram minha alma
Meus sonhos, senso
Gostos
Acabaram
Com as rosas, a beleza
A saudade
Não existe mais remédios
Médicos então, já eram
Era da perfeição
É...
Destruíram meu coração
De madrugada
Sem que eu percebesse
Como conseguiram?
Uma ciência nova que inventaram
Mas o que é que tem?
Um comentário:
É interessante sua poesia: cheia de questionamentos, como a própria vida ansiosa por respostas concretas ou... verdadeiramente sentidas!
Postar um comentário