Existem palavras que me informam, mas eu prefiro as palavras que me transformam... Desabafos velados em frases tão comuns, mas que no fundo revelam-me o sentido de quem sou e um pouco da vida... Pois Deus ultrapassa todo e qualquer entendimento, habita na experiência concreta, na abertura de um coração. Nesse blog está presente o que, talvez, conheço de mim mesmo e o que penso conhecer do céu...
sábado, janeiro 26, 2008
segunda-feira, janeiro 07, 2008
sexta-feira, janeiro 04, 2008
quinta-feira, janeiro 03, 2008
A morte da poesia...
Hoje eu acordei
Sem vontade de dormir
Parece que meus gritos
Calaram
Um negócio estranho...
A palavra shopping
Não me causa mais arrepio
É normal!
Meu travesseiro
Está tão duro
Cortinas claras
Ásperos calçados
Agora tem
Agora vejo
Tem um bilhete
Pregado no meu olho
Mataram-me?
Como assim?
É...
Assassinaram minha alma
Meus sonhos, senso
Gostos
Acabaram
Com as rosas, a beleza
A saudade
Não existe mais remédios
Médicos então, já eram
Era da perfeição
É...
Destruíram meu coração
De madrugada
Sem que eu percebesse
Como conseguiram?
Uma ciência nova que inventaram
Mas o que é que tem?
Sem vontade de dormir
Parece que meus gritos
Calaram
Um negócio estranho...
A palavra shopping
Não me causa mais arrepio
É normal!
Meu travesseiro
Está tão duro
Cortinas claras
Ásperos calçados
Agora tem
Agora vejo
Tem um bilhete
Pregado no meu olho
Mataram-me?
Como assim?
É...
Assassinaram minha alma
Meus sonhos, senso
Gostos
Acabaram
Com as rosas, a beleza
A saudade
Não existe mais remédios
Médicos então, já eram
Era da perfeição
É...
Destruíram meu coração
De madrugada
Sem que eu percebesse
Como conseguiram?
Uma ciência nova que inventaram
Mas o que é que tem?
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