terça-feira, fevereiro 01, 2011

Tranquilo, calmo e sereno


A poesia me pegou hoje
Ou será que eu a peguei?
Ela passou, eu avistei
Fui lá e fiz
Fiz o que é meu
Fiz eu mesmo
Me refiz em Deus

Chorei por dentro
Como só a gente sabe fazer
Pela consciência, consciência de tudo
Ou quase tudo
Mas de um tanto bom e perfeito

Não quero o tédio
Quero o amor para sempre
Quero a novidade diária de ser novo
E ser sempre eu mesmo
Nos meus amores e nas minhas dores

Não ter medo da hora
Viver cada instante, radiante
Sem remorsos, sem obrigações
A vida não me obrigada a nada
Só me convida

Eu aceito!
Aceito ser feliz
Aceito ser de Deus
Eu aceito ser tranqüilo, calmo e sereno