
A poesia me pegou hoje
Ou será que eu a peguei?
Ela passou, eu avistei
Fui lá e fiz
Fiz o que é meu
Fiz eu mesmo
Me refiz em Deus
Chorei por dentro
Como só a gente sabe fazer
Pela consciência, consciência de tudo
Ou quase tudo
Mas de um tanto bom e perfeito
Não quero o tédio
Quero o amor para sempre
Quero a novidade diária de ser novo
E ser sempre eu mesmo
Nos meus amores e nas minhas dores
Não ter medo da hora
Viver cada instante, radiante
Sem remorsos, sem obrigações
A vida não me obrigada a nada
Só me convida
Eu aceito!
Aceito ser feliz
Aceito ser de Deus
Eu aceito ser tranqüilo, calmo e sereno
Um comentário:
Amigo, não sou muito dado a poesias e/ou poemas, mas como fui desafiado a participar de um sarau poético virtual, vim parar no seu blog.
Gostei muito e escolhi esta poesia para participar.
Parabéns, que DEUS continue abençoando sua vida para criar poemas tão profundos e leves como este.
Hoje eu estou Calmo sereno e tranquilo.
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