quinta-feira, outubro 25, 2007

ó doce fraqueza...

Ó doce fraqueza
Verdadeira
De mim
De nós, de todos...

Tanto não falo de ti
Nem falo de nada
Pois ignoro teu saber
Por temer?

Temer o que?

Não te exponho
Eu te escondo
Até de mim mesmo
Não suporto erros

Limites não vejo
Quero mais os horizontes
Mesmo que falseados
Mesmo de areia fina

Não entendo
Que sem ti, ó fraqueza verdadeira
Eu sou metade

Metade eu,
Aleijada de quem verdadeiramente sou
Eu, minhas fraquezas e franquezas...

Simples criatura
Forte no tempo real
Que fala a verdade...

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