É uma vontade quase cegaDe trair a mim mesmo
E fazer o que se deve
Esquecer meus segredos
Banhar num caldo verdadeiro
De sonhos edificantes e trabalhosos
Existe algo que me impede
Tem uma pedra no caminho certo das incertezas
Será que é a porta na sua sincera estreiteza?
Eu vou, mas não vou
Eu creio não crendo
Sou e eu e não sou
Num passo errado e dois calados
Se acerto eu não sei
Nem sei se desejo o que desejo
É uma confusão noturna
De horas implacáveis de lacunas
A palavra grita no peito
Recomece então o meu jeito
Mas por onde?
Reflexão...
Deve ser por aqui mesmo!
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